sexta-feira, 25 de maio de 2007

Isto é triste

Há tanto tempo não me calhava um fim de semana completamente livre....e agora nem sei o que fazer nos próximos três dias....

terça-feira, 22 de maio de 2007

A Melhor Invenção do Mundo

A maioria das pessoas diz: a roda.
Eu digo "que se lixe a roda, a melhor invenção do mundo foi o tampão"!!

domingo, 20 de maio de 2007

Lagoa do Congro

Sempre a descer com as perninhas engatadas na tracção às quatro. Os pés bem calçados (nada de saltos altos).
Boa disposição, companhia excelente e uma máquina fotográfica. É o que é preciso para desfrutar do verde da lagoa.
(Espero que o verde seja da densa vegetação que a cerca e não de alguma eutrofização à açoriana.)
Aconselha-se: gritar como uma criança para ouvir o eco.

sábado, 19 de maio de 2007

Filarmónica Manuela Gil

Gostei muito da Filarmónica, acho que se portou muito bem, especialmente tendo em conta que o público estava muito difícil. A sala estava só meia e acho que isso fez o público sentir-se "despido" e pouco à vontade para mandar umas bocas e responder aos músicos.
Já na recta final, o João Gil e o Nuno Norte sentaram-se no chão, mesmo na beirinha do palco, com as pernas penduradas para a plateia.
"Nisse" levanta-se uma senhora - a minha tia Manuela. Do alto dos seus oitenta e tal anos e das suas 15 dioptrias aproxima-se do Nuno Norte e espeta-lhe dois beijos, segredando-lhe:
- Bem sei que não pode fazer isso agora, mas tenho muita pena que não cante o hino do FCPorto.
E "prontes". Deu mais 2 beijinhos ao Gil (para não ser mal educada, porque ela curte mesmo é quem canta os hinos do FCP) e a seguir voltou para o seu lugar. Depois cantámos todos os Loucos de Lisboa.
Grande Manuela.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Pimenta Brava

Hoje e amanhã a Filarmónica Gil está em "Concertos Íntimos" nos Açores. Um conceito que pede aos artistas que se dispam de todas as electrónicas e apostem no acústico, na voz, na conversa com o público para construir um espectáculo diferente do que habitualmente fazem.
João Gil diz que esta é uma boa maneira de se perceber se as músicas se aguentam, assim, "submetidas à sua mais profunda nudez".
Tudo isto temperado pelo "recolhimento e ambiente que só existem nos Açores".
Junte-se a garantia que estes concertos não se fazem apenas de canções da Filarmónica mas de outras que têm acompanhado os seus músicos "vida fora".
Hoje no Teatro Micaelense. Amanhã no Teatro Angrense.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Feias, Porcas e Más

Diário de um Escândalo.
Uma das mulheres (Cate Blanchett/Sheba) é adúltera e pedófila mas a outra é que é a má da fita.
a)Bem sei que este conceito de adultério está um pouco ultrapassado - transformou-se em "inocentes facadinhas".
b) A questão da pedofilia no filme é difícil de definir já que a "criança" em questão é um sabido de 15 anos.
Ou seja, o que é importante é como este filme nos mistura conceitos aparentemente simples.
Para já, custa-nos implicar com a personagem de Judi Dench - Barbara não é pedófila nem adúltera: é velha, cheia de rugas, e gorda. Mas não é por isso que ninguém lhe pega mas sim porque ela é má/vil/ruim como as cobras e, ao mesmo tempo... temos tanta pena dela - porque ela é velha, feia, gorda, má, chantagista, falsa, manipuladora.
O que nos faz ter pena dela faz-nos odiá-la.
E nós sentimo-nos mal por isso: porque sabemos que odiá-la é descer ao seu nível - e nós não queremos ser comparáveis a ela. É um beco sem saída. Tudo isto sem esquecer momentos hilariantes.
Judi Dench é um portento da representação. Cate Blanchett, idem. E Bill Nighy.
Saí do filme ligeiramente enjoada. Porque o filme é excelente e é isso que pretende.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Hoje piquei ponto e fiquei assim:

Senhor:
Dai-me a SABEDORIA para entender os meus colegas de trabalho, porque se me deres FORÇA... parto-lhes a cara!

(dito por aí)