A imprensa escrita é um namorado ciumento, a exigir 90% da nossa atenção. Afinal de contas, que mais podemos fazer enquanto lemos uma revista? Um pouco de passadeira no ginásio e pouco mais.
A televisão é um flirt. Podemos escolher entre dar-lhe 100% de atenção em horas a fio de zapping ou vigiá-la apenas vagamente enquanto pintamos as unhas no sofá.
Mas a rádio...
a rádio meus caros...
podemos ouvi-la enquanto cozinhamos, tomamos duche, conduzimos, limpamos pó...ela é como família ou aqueles amigos de há 15 ou 20 anos: nunca interem, nunca nos julgam...estão apenas, e sempre, ali, enquanto nós fazemos com a vida o que temos a fazer.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Dá-me o medicamento...man...baril...
A marijuana com receita médica já começou a ser vendida em máquinas automáticas.
Claro que isto, só na América... em máquinas, imagine-se...será que já vem enrolado?
Ou será que, consoante o que diz a receita, a máquina pesa e mistura o tabaco na medida certa, enrolando na hora?
Ou será que há umas 3 categorias diferentes:
-muita erva
-pouca erva
-assim assim
?
E se a máquina fizer na hora, será que tem cuspo para colar?
Claro que isto, só na América... em máquinas, imagine-se...será que já vem enrolado?
Ou será que, consoante o que diz a receita, a máquina pesa e mistura o tabaco na medida certa, enrolando na hora?
Ou será que há umas 3 categorias diferentes:
-muita erva
-pouca erva
-assim assim
?
E se a máquina fizer na hora, será que tem cuspo para colar?
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
A média
Tendo em conta que cheguei ao trabalho há pouco mais de uma hora, tenho que vos dizer que é impressionante a quantidade de asneiras que se consegue fazer em 60 minutos.
I hate mondays.
I hate mondays.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Call Girl
Fui ontem com o meu irmão ver o Call Girl.
Sinceramente, gostei. Bom filme.
É verdade que podia ter menos 52 palavrões. Na minha opinião, os primeiros 83 *o*a-*e; *a*a**o; *c**ão e *u*a tinham chegado perfeitamente para dar a ideia que os portugueses dizem muitos palavrões.
É verdade também que o filme retrata uma ou outra coisa que, na vida real, pura e simplesmente não é possível. Por exemplo, toda a gente sabe que os inspectores da PJ não vão a casas de strip nas horas vagas. No filme, porém, lá está este retrato de ficção quase científica.
O Nicolau Breyner é...perfeito. No sentido em que nos faz sentir o que (penso eu) é a função dele: completamente divididos entre pensar "bem feito que já te lixaste" ou "coitado pá, nem acredito que isto te tá a acontecer". E, claro, o homem que lá vem da província (e olhem que eu também sou da província) e de repente encontra uma Vicky que parece sinceramente desesperada para lhe pôr as mãos nas partes. E ele nem acredita na sorte dele.
Olhem, vale a pena ver o filme, a não ser que tenham visto o Corrupção. Nesse caso, ver o Call Girl é indispensável para conseguirem tirar esse amargo de boca em relação ao cinema português.
Sinceramente, gostei. Bom filme.
É verdade que podia ter menos 52 palavrões. Na minha opinião, os primeiros 83 *o*a-*e; *a*a**o; *c**ão e *u*a tinham chegado perfeitamente para dar a ideia que os portugueses dizem muitos palavrões.
É verdade também que o filme retrata uma ou outra coisa que, na vida real, pura e simplesmente não é possível. Por exemplo, toda a gente sabe que os inspectores da PJ não vão a casas de strip nas horas vagas. No filme, porém, lá está este retrato de ficção quase científica.
O Nicolau Breyner é...perfeito. No sentido em que nos faz sentir o que (penso eu) é a função dele: completamente divididos entre pensar "bem feito que já te lixaste" ou "coitado pá, nem acredito que isto te tá a acontecer". E, claro, o homem que lá vem da província (e olhem que eu também sou da província) e de repente encontra uma Vicky que parece sinceramente desesperada para lhe pôr as mãos nas partes. E ele nem acredita na sorte dele.
Olhem, vale a pena ver o filme, a não ser que tenham visto o Corrupção. Nesse caso, ver o Call Girl é indispensável para conseguirem tirar esse amargo de boca em relação ao cinema português.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
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