terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O hamster
A minha primita tem um hamster.
A minha teoria é esta: se os homens são todos iguais independentemente da sua cor, também um rato não deixa de ser um rato apenas por ser branco.
A minha teoria é esta: se os homens são todos iguais independentemente da sua cor, também um rato não deixa de ser um rato apenas por ser branco.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Discussão académica
Ver agora o "Garganta Funda" é já uma questão de cultura cinematográfica - ou continua a ser apenas badalhoquice?
Tansa
Ontem perguntaram-me há quanto tempo tenho o blogue. Eu não soube responder.
Depois perguntaram-me sobre o que escrevo. Eu não soube explicar.
Hei-de arranjar muitos novos leitores assim.
Depois perguntaram-me sobre o que escrevo. Eu não soube explicar.
Hei-de arranjar muitos novos leitores assim.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Gente pouco culta
Como eu...que fui ontem à Biblioteca Pública de PDL ver o primeiro filme a cores de Michelangelo Antonioni - Il Deserto Rosso - obra marcante precisamente por ser um dos primeiros filmes "pensados" a cores...e também porque, embora seja de 1964, tem algumas das preocupações ecológicas que encaramos hoje...e porque mostra Antonioni como um homem que percebe que a indústria está a tomar conta do mundo (e por isso a tranforma numa personagem central do filme) e todas essas coisas...e depois de todas estas considerações, vejo-me forçada a concluir que do que eu gostei mesmo foi dos casacos usados por Mónica Vitti...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Que coisa feia
Metes conversa com um conhecido no msn que, 2 segundos depois, muda o estado para ausente.
É o equivalente a atravessar a rua para evitar falar com alguém, mesmo quando, no fundo, até sabemos que a pessoa nos viu e sabe que nós também a vimos.
Ou espreitar pela janela para ver quem toca à campainha e decidir não abrir a porta.
Ou seguir em frente com um "olá tudo bem" mesmo quando percebemos que a outra pessoa ia parar para nos dar dois beijinhos.
É o equivalente a atravessar a rua para evitar falar com alguém, mesmo quando, no fundo, até sabemos que a pessoa nos viu e sabe que nós também a vimos.
Ou espreitar pela janela para ver quem toca à campainha e decidir não abrir a porta.
Ou seguir em frente com um "olá tudo bem" mesmo quando percebemos que a outra pessoa ia parar para nos dar dois beijinhos.
sábado, 11 de abril de 2009
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