Hoje começa uma nova etapa...é sempre com alguma melancolia que deixo um horário e é com muito nervosismo que me apresento a ouvintes novos. As mãos tremem mas, felizmente, a voz ainda não falhou e estou arrependida de ter comido esta coisa que agora me revolta o estômago.
A pergunta de hoje é velha como os tempos: será que vão gostar de mim? Se, na vida pessoal, podemos responder a uma negativa com um encolher de ombros, no trabalho a coisa funciona de outro modo, principalmente quando temos tanta gente à escuta e livre de nos mandar àquela parte com um simples toque num botão.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Think positive
Além de ter obras em casa e a promessa de um fim-de-semana de chuva, tenho uma infecçãozinha nos olhos - possivelmente cortesia do pó de cimento...
Resta-me dar graças pelas pessoas que me dizem que vá lavar os olhos quando começo a ficar com muito mau aspecto, por a minha irmã ter conseguido apanhar um avião para cá, por ter mestres que aparecem e por ter as obras já 30% prontas.
Resta-me dar graças pelas pessoas que me dizem que vá lavar os olhos quando começo a ficar com muito mau aspecto, por a minha irmã ter conseguido apanhar um avião para cá, por ter mestres que aparecem e por ter as obras já 30% prontas.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
"O Amor Dá-me Tesão/Não fui eu que o estraguei"

Se eu largar eu sinto a sua falta
Se agarrar ela perde a cor
Ela não é dos meus dedos
É dos meus dedos
E faço-me passar por uma flor
A mim parece-me que Manuel Cruz põe o dedo na ferida. É um tema recorrente na música e na poesia (a parte da poesia é palpite meu porque é coisa que não leio) esta questão de não querermos agarrar alguém por sabermos que quererá fugir...e de não querermos deixar escapar porque a queremos ali bem debaixo do nosso braço onde a possamos sufocar à vontadinha.
E também é verdade que nos fazemos de flor - cheirosinhos e bonitinhos e engraçadinhos e lavadinhos nos primeiros tempos da sedução porque (embora todos a queiram comer) ninguém quer ser a couve-flor.
A moral da história é que desde que alguém escreveu aquela foleirada do if you want something let it free, if it comes back, it´s yours, if it doesn´t, it never was nunca mais se inventou verdade nenhuma.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Assim, sim
Gostei muito de ler hoje o Correio dos Açores: "Chocolate preto ajuda a evitar enfartes e AVC (...)consumir diariamente uma barra de chocolate preto, com alto teor de cacau, pode reduzir os riscos de doenças cardíacas e AVC até 39%."
Nada como uma notícia assim para dissipar o nevoeiro.
Nada como uma notícia assim para dissipar o nevoeiro.
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Estatísticas
Se é ponto assente que as mulheres se vestem umas para as outras - e não para os homens - resta-me apenas uma grande dúvida existencial: para quem escrevemos?
Para nós?
Para os outros?
Se os blogues meus vizinhos se queixam de apenas terem umas poucas centenas de visitantes desde o advento do facebook, que direi eu - que mantenho o meu recorde pessoal nas 42 visitas em 24 horas?
Há poucos dias o Fiat Lux resolveu fechar a loja e mencionou as poucas visitas e ainda menos comentários. Vai daí, resolvi comparar os meus números aos dele (uma espécie de a tua é mais pequena do que a minha, mas completamente ao contrário) e concluí que este meu e vosso blogue (sim, porque quero já começar a dividir as culpas) conseguiu, em 3 anos de vida, umas míseras 20 mil visitas, enquanto o Fiat, em apenas 2 anos, conta cinco vezes esse número.
Será que me satisfaço com pouco? Será que escrevo, primeiro que tudo, para mim? Ou será que a minha verdadeira curte está em saber os vossos nomes quase todos, em vez de escrever para uma massa anónima?
Que me dizem, Maria, Miguel, Raquel, Jorge, Catarina, Rita, Júlio, Nelson, Sérgio, Bárbara, Alvarino, Sara, Marilyn, Ricardo C. e Ricardo L., Guida, Jordão, Tibério, Miguel, Paulo e Joana?
Para nós?
Para os outros?
Se os blogues meus vizinhos se queixam de apenas terem umas poucas centenas de visitantes desde o advento do facebook, que direi eu - que mantenho o meu recorde pessoal nas 42 visitas em 24 horas?
Há poucos dias o Fiat Lux resolveu fechar a loja e mencionou as poucas visitas e ainda menos comentários. Vai daí, resolvi comparar os meus números aos dele (uma espécie de a tua é mais pequena do que a minha, mas completamente ao contrário) e concluí que este meu e vosso blogue (sim, porque quero já começar a dividir as culpas) conseguiu, em 3 anos de vida, umas míseras 20 mil visitas, enquanto o Fiat, em apenas 2 anos, conta cinco vezes esse número.
Será que me satisfaço com pouco? Será que escrevo, primeiro que tudo, para mim? Ou será que a minha verdadeira curte está em saber os vossos nomes quase todos, em vez de escrever para uma massa anónima?
Que me dizem, Maria, Miguel, Raquel, Jorge, Catarina, Rita, Júlio, Nelson, Sérgio, Bárbara, Alvarino, Sara, Marilyn, Ricardo C. e Ricardo L., Guida, Jordão, Tibério, Miguel, Paulo e Joana?
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