sexta-feira, 11 de junho de 2010
Uma perguntinha
Se inventam tanta coisa, por que não inventam uma maquineta que dispense a tortuosa recomendação não se esqueça de vir de bexiga cheia quando vamos ao ginecologista?
quinta-feira, 10 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
O outro lado da vida de cão
Happyness hit her like a train on a track
Coming towards her
Stuck!
Still...no turning back
She hid around corners
She hid under beds
Sher killed it with kisses and from it she fled
Às vezes é assim - a felicidade atinge-nos sem darmos por isso. E às vezes até nem a queremos. Deixámo-nos apegar à nossa miséria franciscana, ao nosso sofrimentozinho de estimação e a verdade é que ser feliz é cá uma trabalheira...
Apesar disso, (mesmo assim, no entanto, porém)...às vezes não temos outro remédio: leave all your love and your longing behind, you can´t carry it with you if you want to survive - the dog days are over, the dog days are gone.
É por aí que vou. Quem quiser, venha comigo. Quem não quiser, deixe- -se estar.
Coming towards her
Stuck!
Still...no turning back
She hid around corners
She hid under beds
Sher killed it with kisses and from it she fled
Às vezes é assim - a felicidade atinge-nos sem darmos por isso. E às vezes até nem a queremos. Deixámo-nos apegar à nossa miséria franciscana, ao nosso sofrimentozinho de estimação e a verdade é que ser feliz é cá uma trabalheira...
Apesar disso, (mesmo assim, no entanto, porém)...às vezes não temos outro remédio: leave all your love and your longing behind, you can´t carry it with you if you want to survive - the dog days are over, the dog days are gone.
É por aí que vou. Quem quiser, venha comigo. Quem não quiser, deixe- -se estar.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
"Seres o meu amor"
Vaga sobre vaga do meu mar
Subir, planar, voar, vencer
Chegar ao cume
E navegar pelo teu corpo
E naufragar nas vagas do ciúme
Soçobrar, cair e aportar nuns braços que me apertam
(Fogo e lume)
Repleto de sensualidade, o poema de Aníbal Raposo nasceu com dono. Ou talvez seja mais verdadeiro dizer que nasceu com dona, já que foi direitinho para a música dos Connection.
Mário Cabral e Sílvio Ferreira jogam na sonoridade do cancioneiro português (com direito a guitarra portuguesa cosida com o teclado electrónico) e Aníbal Raposo mostra que o amor, o ciúme e o mar não são apenas temas românticos e ilhéus, mas também urbanos e verdadeiramente universais.
E, quem diz amor, diz paixão, diz sexo, e diz esse maldito sentido de desespero chamado ciúme - que nos morde de modo particularmente voraz quando nos convencemos que um corpo, por ter
sido nosso um dia, ou uma noite, ou uma vez, passa a ser um bocadinho nosso.
Subir, planar, voar, vencer
Chegar ao cume
E navegar pelo teu corpo
E naufragar nas vagas do ciúme
Soçobrar, cair e aportar nuns braços que me apertam
(Fogo e lume)
Repleto de sensualidade, o poema de Aníbal Raposo nasceu com dono. Ou talvez seja mais verdadeiro dizer que nasceu com dona, já que foi direitinho para a música dos Connection.
Mário Cabral e Sílvio Ferreira jogam na sonoridade do cancioneiro português (com direito a guitarra portuguesa cosida com o teclado electrónico) e Aníbal Raposo mostra que o amor, o ciúme e o mar não são apenas temas românticos e ilhéus, mas também urbanos e verdadeiramente universais.
E, quem diz amor, diz paixão, diz sexo, e diz esse maldito sentido de desespero chamado ciúme - que nos morde de modo particularmente voraz quando nos convencemos que um corpo, por ter
sido nosso um dia, ou uma noite, ou uma vez, passa a ser um bocadinho nosso.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Antes um mau ano...
Quando entrei no prédio, uma das minhas vizinhas atarefava-se a descarregar do elevador caixotes, sacos, electrodomésticos e uma impressora de todo o tamanho.
Eu bem sei que lhe podia ter dado uma ajuda, mas a verdade é que, nos 3 anos em que a fofa aqui viveu, nem uma única vez respondeu aos básicos bom dia/boa tarde ou boa noite que lhe dirigi.
Assim sendo, cruzei os braços e, quando o elevador ficou vazio, entrei e fechei a porta.
Sem cerimónias.
Eu bem sei que lhe podia ter dado uma ajuda, mas a verdade é que, nos 3 anos em que a fofa aqui viveu, nem uma única vez respondeu aos básicos bom dia/boa tarde ou boa noite que lhe dirigi.
Assim sendo, cruzei os braços e, quando o elevador ficou vazio, entrei e fechei a porta.
Sem cerimónias.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Uma perguntinha
Quantas vezes dá para usar a desculpa "não reconheci o número porque se deve ter perdido quando troquei de telemóvel"?
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