sexta-feira, 29 de outubro de 2010

To do or not to do.

Depois de conseguirmos deslindar qual é, fazer a coisa certa não é assim tão difícil. Não é fácil, mas dá um conforto que combate a tristeza. Mesmo que não resolva tudo (ou nada), ver o outro sorrir é uma imagem que nos fica. O pior é o primeiro passo - perceber que coisa certa é essa. A partir daí, em todos nós há um herói que respira fundo e arrepia caminho.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dassse.

Passei 2 horas esta manhã à procura de um comando de garagem. Mais hora e meia ao fim da tarde. Sabia que o tinha em casa por isso procurei, procurei e procurei. Depois decidi que me devia organizar. Vou começar por esta ponta da casa, pensei eu, e percorrer cada móvel de cada divisão até o encontrar; vou procurar em todos os lugares (menos no frigorífico porque fui lá ver agora mesmo).
E lá estava ele, bem à vista, numa gaveta onde já tinha procurado 5 vezes.
Eu bem vos digo que, às vezes, sou um homem.

Adenda ao post anterior

Afinal já foram 3 passinhos atrás.
Um passinho de cada vez.
Hoje o passinho foi atrás, mas amanhã é um novo dia.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Gente de fé.

Acabei de ler a história do mineiro que, depois de ter estado 2 meses debaixo de terra, regressa a casa, e a mulher lhe conta que está grávida de mês e meio. Como diria o Guterres, é fazer as contas. Entretanto, vem um médico (que me parece que devia ser obrigado a fazer um teste de paternidade) e explica que há alzóides (espermatozóides+alzheimer) que são os primeiros a chegar à meta mas depois esquecem-se do que foram ali fazer e podem passar duas semanas até que se faça luz e fecundem algum ovo que por ali passe.
Isto fez-me pensar em pessoas que me dizem coisas -apesar de tudo um bocadinho mais credíveis do que esta história - e, perante a minha declaração de dúvida, me perguntam "por que não acreditas?"  Parecia-me que só na religião se acredita pela fé/sem necessidade de provas. Parece-me que me pareceu mal.
Em conclusão, ponho-me a mirar este mineiro (de longe, que ainda me fura um olho) e penso que, realmente, é muito ténue a linha entre confiar e cair no ridículo. E cair no ridículo meus amigos, é coisa que mete medo.