terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Antes p*t*s.
Mesmo. As senhoras prostitutas que vivem no meu prédio são todas muito sossegadas e educadas. O que é mais do se pode dizer sobre outros moradores - daqueles que, "miraculosamente", conseguem viver - numa boa - sem trabalhar.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
E o orgulho no meu país, hã?
Ainda o dia vai a meio e já ouvimos tantos sorrisinhos amarelos a propósito disto:
http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-contra-mandela-em-1987_183202.html
http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-contra-mandela-em-1987_183202.html
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
É de pegar de cabeça.
Uma lâmpada fluorescente mesmo por cima da nossa cabeça a funcionar mal. Pisca constantemente e, de cada vez que pisca, também geme.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Álvaro de Lemos.
Hoje o dia na rádio é estranho. Ouvimos os tantos sons que nos deixou o sr. Lemos e não conseguimos deixar de chorar.
E não conseguimos deixar de rir.
Era um homem que, "modéstia à parte, digo o que quero e como quero à primeira". E nós, comuns mortais, temos de nos sentar ao microfone e tentar, e tentar e gravar outra vez, e fazer o que manda o técnico de som, e "endireita-te na cadeira", e "faz ali uma pausa" e "diz isso com mais energia".
Mas isso somos nós, os comuns mortais. O sr. Lemos sentava-se e lia. E ponto final. E nós ficávamos ali especados e a sonhar em ser grandes um dia para podermos dizer assim.
Adeusinho, até sábado.
E não conseguimos deixar de rir.
Era um homem que, "modéstia à parte, digo o que quero e como quero à primeira". E nós, comuns mortais, temos de nos sentar ao microfone e tentar, e tentar e gravar outra vez, e fazer o que manda o técnico de som, e "endireita-te na cadeira", e "faz ali uma pausa" e "diz isso com mais energia".
Mas isso somos nós, os comuns mortais. O sr. Lemos sentava-se e lia. E ponto final. E nós ficávamos ali especados e a sonhar em ser grandes um dia para podermos dizer assim.
Adeusinho, até sábado.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Rituais fúnebres.
Não, não me virei para o lado negro.
Tenho um trabalho a fazer sobre rituais fúnebres nos Açores: alguns antigos que já não se encontram em lado nenhum, outros que são específicos de determinadas localidades.
Quais são as suas origens?
A Igreja Católica alinha com simbolismos pagãos?
E na língua inglesa? Diz-se, nos funerais, pouco mais ou menos, o mesmo que em português?
São estas algumas das questões que, à partida, quero abordar no dito school paper.
Alguma ideia?
Tenho um trabalho a fazer sobre rituais fúnebres nos Açores: alguns antigos que já não se encontram em lado nenhum, outros que são específicos de determinadas localidades.
Quais são as suas origens?
A Igreja Católica alinha com simbolismos pagãos?
E na língua inglesa? Diz-se, nos funerais, pouco mais ou menos, o mesmo que em português?
São estas algumas das questões que, à partida, quero abordar no dito school paper.
Alguma ideia?
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Men at work.
Por incrível que pareça, depois de todas as aventuras vividas durante a remodelação do w.c., preparo-me para - novamente - fazer obras em casa.
Rezem por mim.
Rezem por mim.
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