E a fluorescente para a cozinha? perguntam-me vocês, muitíssimo aborrecidos por não ter havido actualização de notícias a esse propósito.
Meus queridos: sabem perfeitamente que sempre - sempre - que eu faço alguma coisa em termos de iluminação, partilho convosco a boa-nova. Neste caso, porém, lamento informar que pus a velha no lugar habitual, e lá há-de continuar até novas ordens.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Perdão.
Peço perdão pela ausência mas o motivo é de valor: estou, finalmente, de mudança para a minha casa. Sim, há pó por todo o lado, caixotes em cada canto e o mestre já avisou que ainda volta para terminar "duas ou três coisinhas" mas o mais importante é isto: home sweet home.
sábado, 22 de novembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
A inveja é uma coisa feia.
Como ser humano recheado de defeitos, não sou imune à inveja.
E tenho uma certa inveja dos blogues que, claramente, ganham uns trocos com publicidade directa ou indirecta a uma série de produtos.
Com franqueza, não me importava de ter a mesma oportunidade (para isso, claro, convinha ter um blogue com mais do que 2 visitantes por dia).
No entanto, aborrece-me que alguns desses blogues estejam a deixar de ser locais divertidos e interessantes para se transformarem numa montra publicitária, ou de product placement, ou outra coisa do género, perdendo aquele tchan que me fazia ir lá todos os dias.
Compreendo que há malta que vive daquilo, que tem uma série de part-times para pagar as contas e que e o blogue é um deles.
Também compreendo que a malta da publicidade tem de puxar pela imaginação (até porque, com o advento das gravações automáticas, o público tem, cada vez mais, a oportunidade de ignorar a publicidade na televisão).
Acima de tudo, compreendo (ai que estou tão compreensiva hoje) que o blogue deles é o blogue deles e que só vai lá quem quer.
Mas tenho saudades de visitar um blogue com a certeza que iria ler qualquer coisa que me fizesse rir ou sorrir ou pensar ou meditar.
PS1 Como é evidente, acima de tudo, tenho é saudades de estar na minha casa mas, calma, que está quase.
PS2 Acho bem que ouçam a Antena 1-Açores esta tarde. Não digam que não avisei.
E tenho uma certa inveja dos blogues que, claramente, ganham uns trocos com publicidade directa ou indirecta a uma série de produtos.
Com franqueza, não me importava de ter a mesma oportunidade (para isso, claro, convinha ter um blogue com mais do que 2 visitantes por dia).
No entanto, aborrece-me que alguns desses blogues estejam a deixar de ser locais divertidos e interessantes para se transformarem numa montra publicitária, ou de product placement, ou outra coisa do género, perdendo aquele tchan que me fazia ir lá todos os dias.
Compreendo que há malta que vive daquilo, que tem uma série de part-times para pagar as contas e que e o blogue é um deles.
Também compreendo que a malta da publicidade tem de puxar pela imaginação (até porque, com o advento das gravações automáticas, o público tem, cada vez mais, a oportunidade de ignorar a publicidade na televisão).
Acima de tudo, compreendo (ai que estou tão compreensiva hoje) que o blogue deles é o blogue deles e que só vai lá quem quer.
Mas tenho saudades de visitar um blogue com a certeza que iria ler qualquer coisa que me fizesse rir ou sorrir ou pensar ou meditar.
PS1 Como é evidente, acima de tudo, tenho é saudades de estar na minha casa mas, calma, que está quase.
PS2 Acho bem que ouçam a Antena 1-Açores esta tarde. Não digam que não avisei.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Diário das obras (just breathe)
Ontem de manhã, quando saía para o trabalho, cruzei-me com o mestre a entrar no meu apartamento. Dei-lhe os bons-dias, desejei-lhe bom trabalho e segui à minha vida.
À tarde, quando fui ver em que paravam as modas no que toca a pendurar armários de cozinha, percebi que não se tinha avançado absolutamente nada.
Nicles.
Estava tudo igual ao dia anterior.
Mas que diabo...? Será que o mestre se sentiu mal e foi para o hospital? Ele veio esta manhã, porque é que não fez nenhum?
Claro que telefonei logo ao empreiteiro e claro que ele não me atendeu, e eu insisti e ele continuou sem me atender e nunca me devolveu a chamada. Hoje tentei outra vez e lá sua alteza se dignou atender-me.
Trocando por miúdos, o mestre com quem me cruzei ontem não foi a minha casa fazer mais nada para além de apanhar material de que precisava para ir para...outra obra.
À tarde, quando fui ver em que paravam as modas no que toca a pendurar armários de cozinha, percebi que não se tinha avançado absolutamente nada.
Nicles.
Estava tudo igual ao dia anterior.
Mas que diabo...? Será que o mestre se sentiu mal e foi para o hospital? Ele veio esta manhã, porque é que não fez nenhum?
Claro que telefonei logo ao empreiteiro e claro que ele não me atendeu, e eu insisti e ele continuou sem me atender e nunca me devolveu a chamada. Hoje tentei outra vez e lá sua alteza se dignou atender-me.
Trocando por miúdos, o mestre com quem me cruzei ontem não foi a minha casa fazer mais nada para além de apanhar material de que precisava para ir para...outra obra.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Novas experiências, novos conceitos.
Alinhar em novas experiências leva-nos a redefinir alguns conceitos que, antes, pareciam muito bem assentes.
Agora, durante as aulas de yoga, por exemplo, mudei a minha concepção de "posição confortável" - em vez de continuar a ser uma cena ao estilo deixa-me estar aqui esparramada no sofá, passou a ser uma coisa deste género:
É claro que, muitas vezes, estas coisas dependem do contexto, não é verdade?
Por exemplo, a posição anterior é especialmente confortável se a outra antes tiver sido (uma tentativa muito patética de atingir a primeira fase de) algo do estilo:
Como é evidente, estou a exagerar um ´cadinho. Quando a instrutora manda fazer esta segunda posição eu começo-me logo a rir até que ela diga que, quem não consegue fazer esta, pode tentar outra coisa qualquer (tipo olhar para os pés com atenção).
Agora, durante as aulas de yoga, por exemplo, mudei a minha concepção de "posição confortável" - em vez de continuar a ser uma cena ao estilo deixa-me estar aqui esparramada no sofá, passou a ser uma coisa deste género:
É claro que, muitas vezes, estas coisas dependem do contexto, não é verdade?
Por exemplo, a posição anterior é especialmente confortável se a outra antes tiver sido (uma tentativa muito patética de atingir a primeira fase de) algo do estilo:
Como é evidente, estou a exagerar um ´cadinho. Quando a instrutora manda fazer esta segunda posição eu começo-me logo a rir até que ela diga que, quem não consegue fazer esta, pode tentar outra coisa qualquer (tipo olhar para os pés com atenção).
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Ain´t love grand?
Pelo chat:
- vais às obras hoje?
- yep
- a que horas?
- ao fim da tarde
- gostava de ter um tour pelo skype...sabes....sem ser pelas fotos fantásticas que mandas
Is it me, or does it smell like irony in here?
- vais às obras hoje?
- yep
- a que horas?
- ao fim da tarde
- gostava de ter um tour pelo skype...sabes....sem ser pelas fotos fantásticas que mandas
Is it me, or does it smell like irony in here?
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