sexta-feira, 31 de outubro de 2014

As maravilhas das tecnologias.

Uma pessoa estaciona num parque pago, mas não se demora quase nada porque vai ali só fazer um recado rápido.
Quando se despacha, vai à máquina de pagamento automático que, muito simpaticamente, diz que não há nada a pagar porque não se gastou tempo suficiente para isso.
Um pessoa vai para o carro, aproxima-se do portão de saída e a máquina que aí está (menos simpática do que a anterior) não deixa sair porque, entretanto, já se ultrapassou (por um minuto) o tempo da borla.
Portanto, uma pessoa vai estacionar outra vez, e volta à máquina, e paga, e volta ao carro e, finalmente, consegue ir à sua rica vidinha. 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Diário das obras em casa.

Depois de ter passado um ror de tempo a explicar ao mestre que os azulejos na parede da cozinha devem ser colocados do seguinte modo:

- as peças que têm de ser cortadas são colocadas em sítios mais escondidos, como atrás da porta, por exemplo
- as peças inteiras são colocadas nos locais mais visíveis

... adivinhem o que é que ele fez?

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Ui.

Chamem-me esquisita, mas ir a um médico que tem um dente da frente podre é uma cena pavorosa.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Cansa-me a beleza...

...esta coisa da tosse e dos espirros e das dores de cabeça.
Irra.

sábado, 25 de outubro de 2014

Wild thing!!!

Depois de uma semana a levantar às 5 da manhã, hoje acordei antes do despertador - que estava programado para tocar às 6. Foi uma situação que me surpreendeu bastante porque, ontem, fiz uma cena montes de maluca e radical: quando fui para a cama, já eram, bem à vontade, umas 10 da noite.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Febre e biométricos.

Se há coisa com que eu não me atendo (na vida glamourosa de Menina da Rádio) é com o sistema biométrico.
Pica ponto ou não pica. Se sim, ou se não, porquê e por que não. E onde foste? E a que horas almoçaste? Não almoçaste? Porquê? Não tiveste tempo? Impossível. Aqui toda a gente almoça.
Não é esse código. É o outro. Espera, aqui já é esse e não o outro.
Não tenho paciência. Mesmo.
Vai daí, de cada vez que tenho de preencher essa tre...cena, a minha colega da secretaria dá-me sempre uma inestimável, preciosa e muito agradecida ajuda.
Hoje, no entanto, acho que estraguei tudo.
Estava ela a explicar-me que "tem de pôr aqui é esta hora e não aquela" quando me deu um ataquezinho de febre. Comecei, portantes, a ficar muito vermelha e transpirada e a senhora, penso eu de que, assustou-se ligeiramente.
Estou, portantes, convencida de que, para a próxima, ela me vai dizer que vá preencher o biométrico para outra freguesia.
Assim, parece-me sensato suborná-la na próxima segunda-feira. Acho que lhe vou trazer um chocolate. Ainda não sei qual. Talvez um Cadbury.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Diário das obras em casa (em III actos).

Em palco: o mestre e a Menina: 
- Pois é, menina. Só encomendou um metro e oitenta e seis de bancada mas isso não vai chegar.
- Oi?
- Não chega. Tem de ter dois metros de bancada.
- Oi?
- Não chega, menina, isso não chega.
(desmaia)
(cai o pano)


No Skype, a Menina e o namorado:
- E a encomenda da Ikea?
- Pois, já a fizemos há 2 semanas...já devia estar por aí.
 (sai de cena)

Sozinha, a Menina ao telefone:
- Tou? É da Ikea? A minha encomenda?
- Vai ser expedida amanhã.
- Oi?
- Amanhã.
(respira)
(um)
(dois)
(três)
(recita o mantra if life gives you lemons make lemonade)

- Fixe. Bota aí mais uma bancada.
(vénia ao público, sai, cai o pano)